Dermexil Active
Opinião real · 2026

Dermexil Active: a minha experiência

Ivan D.
Sliven, Bulgaria
52 anos · Uso há 3 meses
Objetivo: alívio da psoríase
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30 pessoas acharam esta avaliação útil
★★★★½ 12/06/2026 Como verificamos as avaliações Contactamos o autor e solicitamos o recibo de compra e uma fotografia do produto.
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Dermexil Active foi o creme que usei quando a minha pele voltou a ficar seca, sensível e irritada. No meu caso, as zonas mais chatas eram os cotovelos e as canelas, com placas recorrentes que pareciam psoríase. O que eu queria era simples: menos comichão e mais conforto sem ficar com a pele a arder ou colada à roupa.

A primeira impressão foi bastante prática. O meu vinha numa bisnaga de 50 ml, branca com apontamentos verdes, e a textura era mesmo de creme: branco, liso, sem grânulos. Espalhava-se bem, o que me ajudou porque eu não queria andar a esfregar pele que já estava reativa. O cheiro não foi a minha parte preferida. Tinha aquele odor limpo e funcional de creme de cuidado, não exatamente perfume, mas ficava presente durante alguns minutos.

Como encaixei na rotina

Usei Dermexil Active duas vezes por dia, de manhã e à noite, quase sempre depois do duche. Mantive esse ritmo durante cerca de seis semanas. Falhei algumas noites por preguiça, e aí percebi uma coisa: quando parava dois ou três dias, a pele voltava a repuxar e a comichão subia outra vez. Para mim, não foi um creme de usar quando me lembrava. Precisou de regularidade.

Apliquei sempre uma camada fina. Nos cotovelos, usei mais ou menos uma quantidade do tamanho de uma ervilha para cada lado. Nas canelas precisava de mais, mas aprendi a aquecer o creme entre as mãos durante uns cinco segundos antes de espalhar. Assim deslizava melhor e eu acabava por gastar menos. Também esperava cerca de dez minutos antes de vestir roupa justa, sobretudo leggings ou pijamas mais colados, porque nos primeiros dias ficava um brilho húmido na pele.

Uma coisa que levei a sério foi não o pôr em pele aberta. Tive uma fissura pequena numa das zonas e, quando passei perto, senti picar. Não insisti. Fiquei só à volta e esperei a pele fechar melhor antes de voltar a aplicar nessa área.

O que mudou na minha pele

Na primeira semana, não vi uma transformação grande. Senti hidratação quase imediata, sim. A pele ficava menos seca logo depois de aplicar, e isso já era agradável. Mas a comichão ainda aparecia ao fim do dia, principalmente se eu me distraía e coçava sem pensar.

Por volta do décimo dia é que comecei a notar uma diferença mais útil. A comichão ficou menos intensa. Não desapareceu, mas deixou de mandar tanto na minha rotina. O melhor sinal foi à noite: deixei de acordar com vontade de coçar as canelas. Parece pequeno. Para mim contou bastante.

Na terceira semana, as placas estavam menos ásperas ao toque. Continuavam lá, mas já não pareciam lixa. A descamação visível também diminuiu, sobretudo depois do banho. Reparei nisso ao secar a pele com a toalha, porque já não ficavam tantos pontinhos brancos no tecido escuro. Nos cotovelos, senti menos tensão ao dobrar o braço, que era uma das coisas que mais me irritava.

Entre a quarta e a quinta semana, o benefício foi mais de estabilidade. Em dias frios ou stressantes, a pele não ficava logo vermelha viva como antes. O tom parecia mais uniforme, com menos halo irritado à volta das placas. Ainda assim, Dermexil Active não me curou. As zonas espessadas não desapareceram por completo e eu não o trataria como solução principal para psoríase, se é isso mesmo o que eu tenho. Em mim, funcionou melhor como calmante e como apoio de barreira.

As partes que não adorei

Gostei do alívio, mas o uso real teve alguns pontos menos bons. Foram detalhes simples, daqueles que só se percebem quando se usa todos os dias.

  • Ardor leve no início: nas canelas, logo após aplicar, senti às vezes um calorzinho durante um ou dois minutos.
  • Acabamento pegajoso se exagerasse: quando punha creme a mais, a roupa agarrava e isso incomodava.
  • Cheiro clínico: não era insuportável, mas eu preferia que desaparecesse mais depressa.
  • Exigia disciplina: quando eu parava, a pele lembrava-me depressa.

Também tive uma irritação pontual numa noite em que apliquei o creme e fui fazer exercício logo a seguir, com calor. Suor por cima de creme não correu bem comigo. A zona ficou mais vermelha e a picar. No dia seguinte lavei bem, voltei a usar uma camada mais fina, e a pele acalmou.

O tubo em si era prático, mas a meio da bisnaga comecei a ter de apertar mais para o produto sair. Não é um drama. De manhã, com pressa, irritou-me.

Para quem eu acho que faz sentido

Eu recomendaria Dermexil Active a quem tem pele seca, sensível, com comichão e áreas irritadas que precisam de hidratação mais séria. Também me parece fazer sentido para quem tem placas recorrentes e quer manter a pele controlada entre fases piores, sem acrescentar uma rotina complicada. Foi aí que ele brilhou mais para mim: não como promessa de pele perfeita, mas como ajuda constante.

Eu teria cautela se a tua pele reage a quase tudo ou se não toleras sensação de calor ao aplicar. Também não o usaria em pele ferida, aberta ou fissurada, porque comigo picou nessa situação. Se as placas estiverem muito intensas, a sangrar, a alastrar ou a causar dor, eu não ficaria só pelo creme; falaria com um dermatologista. Eu próprio não o usei como medicamento aprovado para tratar psoríase, usei como creme de cuidado e fui observando a resposta da pele.

Compraria outra vez?

Sim, compraria Dermexil Active outra vez, mas com expectativas realistas. Eu compraria pelo alívio da comichão, pela pele menos repuxada e pela sensação de barreira mais confortável. Não compraria à espera de apagar completamente as placas ou resolver a causa. A minha experiência foi positiva quando fui consistente e usei pouca quantidade. Se exagerava, ficava pegajoso. Se parava, a pele piorava. Para mim, foi um bom apoio diário para viver melhor com pele irritada.